Llamamos libros
al sedimento oscuro de una explosión
que cegó, en la mañana del mundo,
los ojos y la mente y encaminó la mano
rápida, pura, a almacenar
recuerdos falsos
para memorias verdaderas.
(Juan José Saer)
Sunday, November 11, 2007
Sunday, October 14, 2007
Uma dedicatória. Um prólogo.
Como se a vida não fosse um fluxo contínuo, mas uma sequência de saltos ritmados, nascemos a cada batida do coração, a cada sim um 'não' é anulado, perdido no não-ser, e somos. A cada sim, nascemos do silêncio que outro sim deixou.
É um milagre que não cantemos.
É um milagre que não cantemos.
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